quarta-feira, 29 de julho de 2009

Não mais....

Escrever nunca foi uma coisa muito fácil pra mim. Principalmente escrever sobre os meus sentimentos, o que eu sinto, o que eu penso, o que eu faço ou o que deixo de fazer. Pensamentos vão e vem na minha cabeça e é muito mais difícil do que imagina organizá-los. Ficar sozinha sempre foi uma necessidade. PRECISO voltar a ser como era antes. Mas não consigo fazer com que a minha mente se acalme e volte ao seu devido lugar. De antes. Com os meus pensamentos que eram tão acolhedores e aconchegantes para mim... São duas horas da manhã e eu estou aqui. Escrevendo sobre nada. O sono não chega, e nem a sensação de alívio. Ontem, nesse mesmo horário, estava escrevendo frases aleatórias de músicas que tem a ver com o meu momento agora para ver se eu juntasse elas... será que faria algum sentido? Ainda não tentei. Escrevi também algumas frases da minha cabeça. Que sairam horríveis. Estou em meio a um universo no qual eu odeio estar. Realmente não gosto. Vejo a alegria de outras pessoas e penso o que elas fazem para estarem tão felizes... Não invejo a felicidade dos outros. Nunca fiz isso. Ou pelo menos, quase nunca. Mas eu tenho a consciência de que a felicidade é construída por amor e paciência. Talvez até algumas coisas mais... Na vida existem fases e fases, não é mesmo? Como eu gostaria de ter dado valor à aqueles momentos de paz interior, de noites mal dormidas (uma das coisas que eu particularmente adoro), daquele perfume que eu me lembro também, daquele gosto... i still taste it on my tongue. Surtos de insegurança que eram facilmente esquecidos quando escritos nos meus cadernos... Amores impossíveis... Esperanças! Não sinto que tenho esperanças ainda... Nem sonhos. Estão despedaçados. Acho que isso é o que está me deixando grande demais. Estou me sentindo tão imensa que todas as minhas vontades estão pequenas. Toda as minhas sensações estão mínimas! Eu preciso me sentir pequena. Ter a consciência que você é pequeno faz com que você perceba como o mundo é grande, como uma felicidade pode ser gigante, como um sorriso pode te preencher, como tudo é lindo e maravilhoso. Como uma amizade pode te completar apenas com a presença de alguém. Cansei de me sentir grande. Não gosto disso.
O amor sempre foi um assunto bem complexo para mim. Lets say something about love. Its a big piece of bullshit. Its a fuckin lie. Its made by the government.




thanks, Mason Musso.

Não preciso de títulos. Não mais...

Sempre tento pensar no que eu estou sentindo no momento... Uma preocupação que não passa... Uma sede de vingança. Sempre fui vingativa, nunca neguei isso. Mas antes, tentava esconder. Não vou mais... não mais. Sempre quis saber se os sonhos significavam alguma coisa. Eu estou tão confusa, perdida em meus pensamentos... Como antes. Não estou conseguindo me concentrar em nada. Nem em livros, nem em músicas... Muito menos saídas. Não quero ficar presa em casa, mas também, não consigo viver. Não estou aproveitando nada. Ou pelo menos, quse nada. Na minha cabeça, muitos planos de vingança... Muitos. Eu sei que eu sou kinda psico, mas não acho que eu tenha coragem de colocar os meus planos em prática. São maus. São muito maus. Não seria capaz... Ou sim. OU SIM... Mas isso depende de como eu estiver me sentindo no momento... Todo o dia quando acordo, acordo de maneiras diferentes. Hoje acordei suando muito, pois sonhei uma coisa que não sei se é importante pra mim. Espero que não. Não vejo como isso vai acabar. Não consigo ver nada além do momento que eu estou vivendo. Isso tá me fazendo surtar. Eu sempre via o futuro, esperava o futuro, imaginava. Era uma garantia, mesmo que falsa, que tudo iria dar certo. Agora, nem isso... Por alguns momentos, eu me perco em músicas. Esqueço tudo e tenho alguns momentos de felicidade. Sempre quando eu estou ouvindo Ida Maria ou Metro Station é porque eu to me sentindo bem. São raros esses momentos, mas pelo menos eles existem. Colocar ''Stella'', ''Im the queen of the world'', ''Morning Light'' ou ''Louie'' bem alto! Pra cantar sem me preocupar com nada!!! ps. Estou ouvindo ''Louie'' agora, por isso me empolguei. Preciso de mais momentos como esse.
Uma oportunidade agora pra agradecer as pessoas que me ajudaram muito. A pessoa que me ajudou muito. Camila. Muito obrigada pela sua paciência de ouvir todos os meus planos vingativos, por você rir de tudo o que eu falava, da minha lista... Muito obrigada. Por me fazer perceber e aceitar certas coisas que eu já sabia, mas não aceitava de jeito nenhum. Por me fazer perceber que eu me sentia sozinha, mas existem pessoas que pelo menos querem meu bem. MUITO OBRIGADA. Você tá sendo essencial na minha vida agora.

terça-feira, 28 de julho de 2009

O que eu verdadeiramente sinto!

Ontem foi um dia que tudo ficou claro na minha cabeça. Facilitou muito quando eu achei um guardanapo de desabafos... Aonde foi parar aquela J. que quase explodia quando não escrevia todo o dia? Por onde anda aquela antiga J. que preservava os antigos pensamentos, os antigos valores? Estou pensando sériamente em colocar esse desabafo no blog. Nesses dois derradeiros meses, não dei a mínima para os meus pensamentos. Quero recomeçar a escrever coisas sinceras, coisas que eu realmente sinto sem me preocupar em parecer forte. Vou parecer forte para quem? E eu realmente preciso disso? Eu sinto coisas como todo mundo. E gostaria que a minha coragem de botar minha cara a tapa independente de qualquer coisa voltasse. Percebi também que, mesmo que eu falasse que esses desabafos daqui do blog eram verdadeiros, não eram. Do fundo do meu coração? Não eram... Infelizmente. Eu mudei. E muito! Começando a reescrever meu desabafo de guardanapo que eu escrevi em Janeiro de 2009...

''Sempre irei começar com a frase ''Depois de tudo''. Porque é exatamente assim. Depois de tudo eu continuo vivendo e as coisas continuam a acontecer. Algumas frustrações como sempre, alguns arrependimentos. O meu jeito quase sempre é diferente da minha mente. Algumas opiniões as quais eu acho que são relevantes, nem sempre são realmente importantes. Nem sempre pessoas parecidas se aguentam, acho que ao contrário. Elas não se aguentam por serem tão parecidas. Eu sou assim... Insuportável para os outros. Não que eu seja igual a todo mundo. As minhas utopias sempre tomam conta de mim, e me fazem ficar cada vez mais cega com o que acontece em minha volta.
As pessoas tiram suas próprias conclusões sobre a vida alheia. Talvez, seja um ponto em comum entre eu e todo mundo. Tudo depende de tudo, e tudo depende das pessoas. Não há nada que eu possa realizar sem os outros. Eu nunca fui o centro, e não faço a menor questão. Só espero me destacar. Não necessariamente na multidão, mas na minha própria cabeça e ter certeza que eu esteja realizada. Não no meio das incertezas esperando a confirmação dos outros...''

Ainda penso assim, ainda bem. Mas eu sei que a minha coragem só vai aumentar e vai chegar um dia que eu vou me tocar que eu não preciso provar nada a ninguém. Até esse dia chegar, muitos guardanapos vão rolar.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Quanto tempo da vida humana se perde na espera...

Somos tão viciados em nossos próprios sofrimentos que não damos conta de cada nova oportunidade que aparece em nossa frente. Para que esperar tanto quando podemos fazer tudo o que queremos, tudo o que devemos fazer? Quanto tempo da vida humana se perde na espera... Antes de tudo, tinha colocado isso na minha cabeça. Erro meu não ter insistido mais. Muitos erros ultimamente... Talvez essa tenha sido a conformação que eu não deva mudar quem eu sou pelos outros. Outros... Uma palavra muito frequente em minhas preferencias nesses derradeiros dois meses de pura perda de tempo. Perhaps, nem perda de tempo tenha sido... Um momento essencial na minha vida... Uma fase que já passou, mas me deixou muitas marcas. Novos horizontes, outras percepções. Não me arrependo de nada. Pelo menos, de quase nada. Não gostaria de voltar no tempo. Pelo menos, não nessa época. Também, não posso dizer que não aprendi nada. Aprendi sim algumas coisas. Por exemplo, deixar de ser tão ''naive'' em relação à certas coisas... Tenho que repetir comigo mesma que tudo tem seu tempo, e há males que vem pra bem. Não vou esperar, como disse antes. Mas também, não irei agir. Não saberia como... Me enganar seria o pior a fazer. Eu vou esperar que algo aconteça. Algo de bom para mim, uma coisa que eu queira. Criar certas expectativas sobre determinados assuntos não é uma coisa boa. Não vou compartilhar meus sonhos aqui, claro que não. Apenas desabafar. Algo que, por um tempinho pequeno, não fazia verdadeiramente.
Manter minha mente firme em meus ideais e valores morais, e seguir em frente sem me preocupar em agradar os outros. Não preciso de garantias.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Finalmente?

Afinal, chegamos no ponto final... Ou nao. Ou talvez seja um tempo... Nada é certo. Nao me sinto aliviada, mas nao me sinto com um peso. Esperar que tudo de certo? Esperei demais e deu no que deu... Mas também, nao preciso dizer que foi um momento de suspiro. Nunca tive certeza se eu o amava de verdade... Mas suspeitava que sim. Eu sei que eu exagerei pelo menos um pouco... Mas o que ele fazia me machucava. E muito! Mas talvez, o que mais me machucasse era o fato de que ele nao conseguia ver problemas em certas atitudes dele mesmo... Nunca achei que achei que ficassemos bem como namorados. Nunca, e isso é verdade. Nunca me vi namorando. Pelo menos, nao com ele... Para mim, eu e eles éramos amigos que se beijavam. Pronto. E acabava assim. E acabou assim... Acabou? Sempre repeti para mim mesma que nada é por acaso. Nao é dessa vez que vai ser diferente, nao é? Tudo o que tiver de ser, será. Acredito nisso... Eu achava que eu ia ficar mais chateada, pelo menos um pouco triste... Mas eu nao estou. Existem duas possbilidade de estar assim. Talvez eu tenha ainda a consciencia que esse nao seja o fim, o que eu acho pouco provável. Ou, antes, no nosso namoro, eu já me sentisse assim. Com o nosso namoro terminado. Nao sei... De um lado eu prefiro assim. Já de outro... Tenho medo de que quando eu o ver de novo eu comece a tremer, que eu fique abalada emocionalmente... Que eu desabe. Como fica? Nao sei se eu vou aguentar ver ele com outra pessoa... Vai ser tao, mas tao, mas tao difícil pra mim... Mas sabe de uma coisa? Vou deixar o lado que está tudo bem falar mais alto. Se eu vivi até agora sem ele, porque de agora em diante nao conseguiria fazer o mesmo? Acho que agora eu realmente vou voltar a ser a J. de antes. É uma coisa boa, nao é? Esperar certas coisas... Mas tudo bem. Tenho fé que tudo vai dar certo. Se isso aconteceu era porque tinha de ser. Foi o melhor pra mim. Eu sei que eu vou conseguir superar essa. Se é que eu nao já fiz.

terça-feira, 21 de julho de 2009

De tudo um pouco.

Não é que nada não dê certo, não é isso... Sempre se tratou de tudo dar certo, mas eu nunca saber como lidar com certas situações. O problema que vaga por minha cabeça é que um namoro não se trata apenas de uma só pessoa, de uma só vida, de um só pensamento... As duas mentes tem que estar interligadas, tem que ser uma só. Para tudo dar certo sempre, teria que ser assim. Pena que nem tudo dá certo sempre. Tenho que parar de correr atrás das coisas que podem (e deveriam!) correr atrás de mim. A única coisa que eu vou realmente correr atrás com tudo o que eu tenho são os meus sonhos. Mas afinal de contas, quais são os meus sonhos? Sei que hoje posso dizer que meu sonho é X, mas amanhã, meu sonho pode ser Y. As preferências mudam... As pessoas mudam. Mas como, além de saber tudo isso, saber se a tal pessoa mudou? Uma dúvida que eu ainda tenho. Uma dúvida muito frequente. Acredito que eu possa me livrar disso tudo um dia, quem sabe. Ou que certas pessoas possam me livrar disso... Como eu gostaria que algumas pessoas (Selecionadas) pudessem ler os meus pensamentos. Pudessem sentir o que eu sinto. Acho que eu prefereria que eu pudesse ler os pensamentos das pessoas. Pudesse sentir o que elas sentem. Se ao menos por um dia eu pudesse penetrar na mente das pessoas... Fico imaginando... Como será que Dalí via o mundo? Como será que Tim Burton, minha inspiração, vê o mundo? Imagino que Dalí se perdia tanto em suas próprias fantasias selvagens que levava a vida dessa forma, e quando chegava a um ponto em que não podia mais aguentar viver com tanta pressão interna, pressão de sua própria imaginação, ele explodia. Explodia tudo em seus maravilhosos quadros. Dalí tinha seu próprio surrealismo. Os outros... Bem, os outros são os outros.
Nunca me vi como uma menina normal. Longe disso. Nunca me vi como as meninas da minha idade. Muito longe disso. Sempre quis viver no século XIV. Em Londres, mas especificamente. Por exemplo, nessa época, as pessoas eram tão sombrias e misteriosas... Aconteciam coisas que ninguém podia explicar... Até hoje não descobriram quem foi Jack, o estripador. O cara que disse que iria mudar o destino da humanidade para sempre. E não é que ele fez? Até hoje um mistério sem portas ronda essa história. Me fascina. Me deixa maravilhada. Essa história tem alguma coisa que me atrai...

terça-feira, 14 de julho de 2009

Cabeça oca, mente sã.

Odeio me sentir assim... Na dúvida se tudo isso vai continuar exatamente como está com a tal de B. voltar... Não é tão fácil conviver com outra atenção, vamos dizer assim. Faltam alguns poucos dias para as férias. Preciso descansar. (De que, nao é?) Preciso descansar de dínamis, de ph, de botafogo... Preciso me esquecer de V., de B., de F., e de G.. Principalmente de G.. Pensando que nessas férias eu até possa sair com ele... Ai, ai. As dúvidas que vagam na minha cabeça agora são de outras coisas. hahaha... aiai. Acho engraçado eu pensar coisas desse tipo. São normais, é claro, mas hahaha, sei lá. Diferentes. Será que realmente dá certo? Se alguém ler isso aqui, tenho vergonha do que vão pensar do que eu to falando. Mas fiquem tranquilos, nao é nada demais. hahaha! Nada do que vocês estejam pensando. (Sempre pensam...) Mas eu nao consigo, nao consigo e nao consigo (!!!) me concentrar nisso o bastante. O necessário. Já estou achando que há algo de errado comigo... Preocupações nao te deixam pensar em nada, além delas. Mas estou preocupada com o que, afinal?
Às vezes, tenho súbitos momentos de felicidade que me fazem dar um sorriso sincero. São momentos extremamente marcantes e maravilhosos. A questão é... Eu vou ter esses momentos para sempre perto de quem eu realmente amo? Na sua companhia? Espero que sim.
teamoteamoteamo, E.M..