Quero diversificar, porra. Quero sair da mesmice. Falar sobre outros assuntos, rir sobre coisas diferentes. Não saber o que se quer é uma das piores sensações que alguém pode sentir... Às vezes o mundo parece ser tão lindo; e é. Mas de outros ângulos o mundo é sacana. Muitas vezes ficamos cansados de tanto pensar, tentar, acreditar. Temos sempre que continuar com a mesma força, esperança e coragem. A conquista sempre vem depois de muito trabalho, perseverança e fé. Pelo menos isso não é? Ter esperança na esperança... É um caminho infinito. ‘’What a piece of work is man! How noble in reason!’’ Até demais, ouso dizer. Particularmente, a razão é um dos meus maiores problemas... A razão é complicada, assim como o coração. Será possível, meu Deus, conseguir tomar qualquer decisão assim, serenamente? Antes eu tinha, mas agora não mais. Ter certeza de tudo seria um sábio dom? Talvez sim. Talvez não. E aí está, mais uma certeza que nunca teremos. A certeza da incerteza em nossas vidas. Um parágrafo, umas palavras, umas letras, uns pigmentos de tinta, uns prótons, alguns elétrons, um amor, uma vida. Um sentimento altamente libertador... Esse o qual eu estou sentido... O mesmo que eu não faço a menor idéia de qual seja.
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domingo, 17 de outubro de 2010
Esperança na esperança....
sábado, 29 de agosto de 2009
Sempre fico horas pensando no título. Porque eu coloco isso, afinal???
Não consigo aceitar algumas coisas... Não consigo fazer com que o meu coração fique de acordo com a razão. Muitas coisas estão acontecendo comigo em um pouco espaço de tempo. Há momentos que eu simplismente sinto as mesmas sensações que eu senti a um ano atrás. Há exatamente um ano, eu estava na Europa. Estava em Amsterdam. Um dos lugares mais bonitos e calmos que eu já conheci. Ainda penso que sim, existem milhões de tipos de beleza. Tanto para pessoas, quanto para lugares. Paris é um lugar mágico, Amsterdam um lugar promíscuo, Machu Picchu um lugar espiritual, Lisboa é um lugar familiar, Veneza é um lugar romântico, Roma é um lugar nostálgico. Mas todos são lindos... Tive o merecimento de conhecer todos esses, e sou muito grata por isso. Realmente sou... Céu azul, reflexo do sol ou da lua na água do mar, vento frio, estrelas, sombras, crepúsculo e amanhecer... Não há dor que não me faça mais sentir a alegria maravilhosa de presenciar tais fenômenos. São coisas que me deixam sem fôlego, tranquila e leve... Mas não posso negar que na maioria do tempo, eu fico atormentada. Atormentada pelos meus pensamentos, pelos acontecimentos, pelos meus medos e manias... Pela minha rotina, pelo colégio e pessoas que estão a minha volta. Eu as classifico em grupos imaginários. Não acredito mais em nada do que me falam. Pode ter certeza disso. As pessoas são tão egoístas... Apesar de eu ser muito mais do que deveria, eu penso nos outros. Uma certa pessoa uma vez me disse o seguinte... Me disse que eu tenho a capacidade de amar tanto uma pessoa ao ponto de querer só o seu bem. De querer, mais do que qualquer coisa, vê-la crescer. Posso concordar com isso. Mas assim como eu posso amar muito alguém, eu tenho a capacidade de odiar mais ainda. Odiar não... Ódio é uma palavra muito forte, um sentimento muito ruim. Eu tenho a capacidade de não gostar. Isso pode ser bom ou ruim... Depende do ponto de vista.
terça-feira, 28 de julho de 2009
O que eu verdadeiramente sinto!
Ontem foi um dia que tudo ficou claro na minha cabeça. Facilitou muito quando eu achei um guardanapo de desabafos... Aonde foi parar aquela J. que quase explodia quando não escrevia todo o dia? Por onde anda aquela antiga J. que preservava os antigos pensamentos, os antigos valores? Estou pensando sériamente em colocar esse desabafo no blog. Nesses dois derradeiros meses, não dei a mínima para os meus pensamentos. Quero recomeçar a escrever coisas sinceras, coisas que eu realmente sinto sem me preocupar em parecer forte. Vou parecer forte para quem? E eu realmente preciso disso? Eu sinto coisas como todo mundo. E gostaria que a minha coragem de botar minha cara a tapa independente de qualquer coisa voltasse. Percebi também que, mesmo que eu falasse que esses desabafos daqui do blog eram verdadeiros, não eram. Do fundo do meu coração? Não eram... Infelizmente. Eu mudei. E muito! Começando a reescrever meu desabafo de guardanapo que eu escrevi em Janeiro de 2009...
''Sempre irei começar com a frase ''Depois de tudo''. Porque é exatamente assim. Depois de tudo eu continuo vivendo e as coisas continuam a acontecer. Algumas frustrações como sempre, alguns arrependimentos. O meu jeito quase sempre é diferente da minha mente. Algumas opiniões as quais eu acho que são relevantes, nem sempre são realmente importantes. Nem sempre pessoas parecidas se aguentam, acho que ao contrário. Elas não se aguentam por serem tão parecidas. Eu sou assim... Insuportável para os outros. Não que eu seja igual a todo mundo. As minhas utopias sempre tomam conta de mim, e me fazem ficar cada vez mais cega com o que acontece em minha volta.
As pessoas tiram suas próprias conclusões sobre a vida alheia. Talvez, seja um ponto em comum entre eu e todo mundo. Tudo depende de tudo, e tudo depende das pessoas. Não há nada que eu possa realizar sem os outros. Eu nunca fui o centro, e não faço a menor questão. Só espero me destacar. Não necessariamente na multidão, mas na minha própria cabeça e ter certeza que eu esteja realizada. Não no meio das incertezas esperando a confirmação dos outros...''
Ainda penso assim, ainda bem. Mas eu sei que a minha coragem só vai aumentar e vai chegar um dia que eu vou me tocar que eu não preciso provar nada a ninguém. Até esse dia chegar, muitos guardanapos vão rolar.
''Sempre irei começar com a frase ''Depois de tudo''. Porque é exatamente assim. Depois de tudo eu continuo vivendo e as coisas continuam a acontecer. Algumas frustrações como sempre, alguns arrependimentos. O meu jeito quase sempre é diferente da minha mente. Algumas opiniões as quais eu acho que são relevantes, nem sempre são realmente importantes. Nem sempre pessoas parecidas se aguentam, acho que ao contrário. Elas não se aguentam por serem tão parecidas. Eu sou assim... Insuportável para os outros. Não que eu seja igual a todo mundo. As minhas utopias sempre tomam conta de mim, e me fazem ficar cada vez mais cega com o que acontece em minha volta.
As pessoas tiram suas próprias conclusões sobre a vida alheia. Talvez, seja um ponto em comum entre eu e todo mundo. Tudo depende de tudo, e tudo depende das pessoas. Não há nada que eu possa realizar sem os outros. Eu nunca fui o centro, e não faço a menor questão. Só espero me destacar. Não necessariamente na multidão, mas na minha própria cabeça e ter certeza que eu esteja realizada. Não no meio das incertezas esperando a confirmação dos outros...''
Ainda penso assim, ainda bem. Mas eu sei que a minha coragem só vai aumentar e vai chegar um dia que eu vou me tocar que eu não preciso provar nada a ninguém. Até esse dia chegar, muitos guardanapos vão rolar.
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